quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sua casa segura para os gatos de estimação


Mesmo que a sua casa seja o lugar mais confortável que seu gato conhecerá em toda a vida, ela também pode ser o mais perigoso. Dedique um tempo examinando sua casa sob a perspectiva de um gato. Uma rápida caminhada de um cômodo a outro poderá revelar perigos potenciais fáceis de eliminar.

Mantenha seu gato em casa e protegido de condições climáticas, como o frio. A vida ao ar livre pode ser perigosa em todos os sentidos, dos predadores em potencial aos riscos de atropelamento. Ofereça brinquedos seguros para manter seu gato ocupado quando você não tiver tempo de lhe dar atenção.

Todos os fios, cordões e materiais semelhantes devem ser colocados fora de alcance após o uso, para que seu gato não possa ingeri-los. Também esteja ciente dos riscos oferecidos por cordinhas de persianas e cortinas, fios e cabos elétricos, fio dental e elásticos de papelaria.

Mesmo que seu animal de companhia consuma uma quantidade suficiente de alimento precisamente balanceado para gatos, ele poderá, ainda assim, mostrar-se inclinado a experimentar alguma outra coisa dentro de sua casa. Experimente manter um pequeno canteiro com broto de trigo em um vaso estável dentro de casa para atrair seu gato e preservar as plantas ornamentais.

Mantenha as bancadas de cozinha limpas e livres de utensílios afiados, sobre os quais seu gato possa tropeçar. Mantenha também as tampas de vasos sanitários abaixadas, as lixeiras tampadas e máquinas de lavar e secar roupa fechadas.

Armazene produtos químicos e venenos de uso doméstico, como líquidos anticongelantes, em um armário trancado a chave ou com travas à prova de crianças.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Cão da raça Boxer



Raça Boxer é de origem alemã, foi desenvolvida no final do século XIX por um grupo de cinófilos alemães que procuravam obter, mediante o cruzamento de um tipo de cão antigo, conhecido como Bullenbeisser com o Buldogue Inglês uma raça de características homogêneas e elegantes.

Perto de 1890, um cão com as características do atual Boxer se apresentou em Munich, cidade alemã da região da Bavária e acasalou com um antigo bulldog. Desse cruzamento, resultaram cães de queixo desenvolvido, orelhas altas e ossos fortes.

Em 1896, fundou-se o primeiro clube do Boxer em Munich. A partir daí, foi celebrada entre os formadores da raça a necessidade de eliminar-se por completo todas as características do bulldog que poderiam desvalorizar o boxer ideal, procurando fixar o dourado e o tigrado como cores padrão em detrimento do branco.

Passados mais de cem anos para o aperfeiçoamento da raça, o que vemos hoje é um cão harmonioso, elegante e potente. Compacto e de figura quadrada, sua ossatura é pesada e sua pelagem curta. De musculatura plástica, é poderosamente desenvolvida e nitidamente definida, o que confere um aspecto atlético e nobre.

De estatura média para grande, os machos devem medir em torno de 60 cm, sendo que os machos com mais de 60 cm devem pesar mais de 30 quilos. As fêmeas, um pouco menores, medem cerca de 55 cm e aquelas que medirem mais de 56 cm devem pesar mais de 25 quilos.

De temperamento fiel e muito ligado ao dono e seu território, o Boxer é um intrépido guardião. Corajoso, é dotado de um ataque potente que é facilitado pela projeção de sua mandíbula; quando parte para desempenhar esta função, somente desiste se acionado por seu dono ou vencido pela morte. Dócil no meio familiar, não é um cão de um único dono. Festeja a todos com muita alegria. Com crianças, sua dedicação é incrível.

O Boxer, devido a sua versatilidade e temperamento tolerante, agrada os mais variados tipos de pessoas, principalmente aquelas que procuram aliar guarda e companhia numa única raça. As cores da pelagem hoje reconhecidas pelos padrões oficiais da raça são o dourado e o tigrado; no entanto, o contingente de cães de pelagem branca vem crescendo muito e alguns cães de pelagem negra já começaram a serem criados o que deve, certamente, mudar a concepção atual das cores permitidas em um médio espaço de tempo.

É um cão que não late à toa e que gosta de estar perto do dono, entretanto, não é daquelas raças que solicitam atenção a toda hora. Embora seja um cão ativo, não é exigente na questão espaço. Um quintal e um corredor são suficientes. Há relatos de proprietários que os têm em apartamentos e, segundo eles, vivem bem e não incomodam.

A pelagem curta favorece a condição de higiene e por não exalar aquele "cheirinho de cachorro" forte, não é difícil criá-lo nestes ambientes. É bem verdade que os passeios são convenientes, mas não precisam ser longos ou cansativos.


Vale lembrar que a aparente docilidade não significa que são bonachões e servem apenas para companhia. O Boxer é um eficiente e valente cão de guarda.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Você sabia que a alimentação pode influenciar no comportamento do seu cão?



É possível que um cão mal humorado, agressivo, sem disposição para brincadeira, intolerante ou com dificuldade no aprendizado, tenha a solução do seu problema na alimentação.

Alguns alimentos, que possuem excesso de proteína, podem aumentar a eliminação de cálcio do organismo, o que resulta no esgotamento das reservas minerais, causando dores nos ossos e articulações, e a prática de exercícios pode se tornar algo muito ruim, aumentando a agressividade do cão.

Em cães muito ativos, a ausência de uma alimentação adequada para suprir o gasto de energia, pode causar, num curto espaço de tempo, problemas como depressão e apatia.

A falta de proteína na alimentação de cães mais jovens pode causar a queda excessiva da pelagem, inchaço nas articulações e a falta de musculatura, o que afeta diretamente o desenvolvimento e aprendizado do filhote.

Já nos idosos a falta de proteínas pode deixar os peludos mais fracos, com baixa imunidade e, consequentemente, com maior vulnerabilidade a doenças.

Evite que seu mascote chegue a um ponto crítico na convivência social entre você e sua família.


Fonte - Nucleo Pet

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Por que a maioria dos gatos odeiam água?


Toda a gente já ouviu alguém dizer que os gatos não gostam de água. Mas será apenas uma mera lenda?

Os gatos, geralmente, parecem odiar água e fazem de tudo para evitá-la, até mesmos fazem o asseio diário com a língua para não passar pelo chuveiro. Mas qual é a razão desta rejeição ancestral? Bem, o mais provável é que a aversão à água dos gatos proceda de seu habitat original: os gatos viveram sempre em desertos, de modo que tinham pouco contato com a água.

Esta aversão à água pode ser culpa da evolução dos felinos. Por muitas vezes vemos vídeos e fotos na internet de gatinhos passando por situações de horror em uma tentativa dos donos molhá-los. Mas é preciso saber que esse medo é uma herança milenar da linhagem dos gatos domésticos herdada dos antepassados.

Os gatos fofinhos que conhecemos hoje provavelmente são descendentes de uma espécie de gatos selvagens que vivem em uma região desértica, ao leste do mediterrâneo. É uma região seca, com pouca água disponível e por isso não só os gatos, mas os animais e plantas da região são adaptados para viverem com muito pouco deste recurso.

Há muito tempo (cerca de 10 mil anos), quando a agricultura e estoque de grãos iniciaram-se, os ratos começaram a frequentar os armazéns, atraindo aqueles gatos selvagens de clima seco. A presença dos gatos acabou agradando as pessoas e então passaram a domesticá-los. 

Neste processo, a facilidade de conseguir alimento, os cuidados humanos, entre outras coisas, fizeram com que os gatos selvagens perdessem algumas características e mantivessem outras, dando origem ao gato doméstico que conhecemos. Eles deixaram de ser ariscos e violentos, no entanto mantiveram outras características, como a adaptação para caçar presas em terras e nas árvores, mas não na água.

Mesmo conhecendo a origem desse hábito dos gatos, os especialistas não sabem ao certo o que está por trás dele. Por isso, não se tem certeza de que essa aversão é, por exemplo, por medo de se afogar, sentir frio ou, simplesmente, exalar mau cheiro, o que facilita a localização de um possível predador.

Na verdade, se um gatinho desde pequeno for acostumado ao banho, é possível que o ato seja apreciado e pode até mesmo causar prazer ao bichano. A evolução nunca para e é bem possível que depois de alguns milhares de anos, os gatos domésticos percam de vez a aversão pela água. Enquanto isso, eles podem se limpar muito bem com os caprichosos banhos de língua.

Algumas raças, como a Maine Coon e a Turkish Van, de fato adoram água! Tanto que na falta de um rio ou lago, se enfiam debaixo de torneiras, dentro de banheiras e até em sanitários!
Para outras raças, é tudo uma questão de hábito.