quinta-feira, 25 de julho de 2013

Os 7 maiores mitos sobre os gatos

Eles são eternos injustiçados. A lista de difamações vai do azar ao medo de água. Eis aqui a chance de derrubar alguns desses mitos

1. Gatos odeiam água
Depende do gato. Algumas raças, como a Maine Coon e a Turkish Van, adoram. Tanto que na falta de um rio ou lago, se enfiam debaixo de torneiras, dentro de banheiras e até em vasos sanitários. Para outras raças, é tudo questão de costume. "É bom lembrar que são animais muito higiênicos e mesmo os que não gostam de água estão sempre se lambendo para ficar limpos", afirma a veterinária Tânia Fernandes, professora da Universidade Metodista de São Paulo.

2. Eles enxergam no escuro
Quase. Eles têm uma visão noturna 10 vezes melhor do que a dos humanos. Mas ainda é preciso haver alguma luz para que uma camada extra de células que existe nos olhos dos gatos possa refleti-la de volta à retina, aumentando a visão.

3. Gato preto dá azar
Essa é uma lenda contraditória. Em boa parte do Ocidente, a partir da Idade Média, surgiu a crença de que cruzar com um na rua era azar na certa. No Japão e no Reino Unido, é considerado um bom sinal. Pelo menos para os gatos, pode ser mesmo muita sorte: uma pesquisa do Instituto Nacional de Saúde dos EUA sugere que o gene que dá a coloração preta ao animal também seria responsável por torná-lo imune ao vírus do HIV felino.

4. Eles não podem ser adestrados
Apesar da fama de insubordinados, podem sim. "Com um pouco de paciência e as técnicas certas, gatos podem aprender os mesmos truques que os cachorros", afirma o adestrador Gustavo Campelo, de São Paulo. Na Rússia, há 30 anos, o Teatro dos Gatos de Moscou conta com mais de 120 gatos que fazem acrobacias, andam em corda bamba e equilibram bolas no nariz.

5. Apegam-se à casa e não aos donos
Gatos têm um forte senso territorial, mas também sabem muito bem quem cuida deles. Em 1952, uma gata persa andou mais de 2.400 quilômetros pelos Estados Unidos até encontrar seus donos, que se mudaram da Califórnia para Oklahoma. 
6. Gatos tem 7 vidas
Bem que eles gostariam. Em alguns países no Hemisfério Norte, a lenda diz que eles tem até 9. Mas a verdade é que tem uma só, que dura em média 15 anos para gatos domésticos e apenas 2 para os de rua. 

7. Sempre caem em pé
Esse é um dos mitos que deram origem à história acima. Mas a queda precisa ser de uma distância mínima de 60 centímetros do chão para que eles consigam se virar a tempo. E se for de uma altura muito grande, mesmo caindo sobre as 4 patas, podem se machucar.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Brasil já é o segundo maior mercado de produtos pet do mundo, atrás apenas dos EUA.


Fashion maníacos, atenção, tem coleção nova chegando ao mercado. E acredite, nada a ver com as semanas de moda do Rio ou de São Paulo. Os modelitos que vendem cada vez mais são feitos para cachorros. 
Jaquetas, roupas de surfe, blusas de gola role, trajes de gala, fantasias de natal e camisas de futebol. São tantas opções no mercado que dá para montar um closet dos mais variados só para cães. Até a Daslu tem sua versão canina.
 Para a funcionária pública Sônia Nobre, suas “meninas”, a maltês Shantala e a Shih Tzu Mandala têm estilos diferentes. “Elas são vaidosas e gostam, sim, de estar arrumadas e vestidas”, diz ela, que conta que as duas, filhotes de 10 e 11 meses, vão direto cheirar o pacote da pet shop quando chega uma novidade em casa.
 “Cada uma tem um estilo. A Shantala é toda branca, tem um tipo de casaquinhos, e a Mandala usa mais vestidinho”, explica ela, que só libera o “guarda-roupa” em dias frios, e prefere não usar sapatos para não comprometer a sensibilidade das patas.
O inverno, aliás, é a alta estação para quem procura novos produtos. “Esfriou, a gente vende muito. Quando você está com frio, você associa isso ao cão. A gente se sente mais confortável em esquentá-lo. É um tipo de frescura que não é tanta frescura assim”, pondera o veterinário.
 Ele lembra que a maioria dos tecidos de roupas para cachorros hoje em dia é hipoalergênica, o que evita problemas com os pelos e facilita a higiene do cachorro na volta do passeio na rua.
Segundo mercado em produtos e serviços de animais de estimação, o Brasil tem hoje, segundo o Ibope, 54 milhões de animais domésticos. Já ultrapassou o Japão e perde apenas para os Estados Unidos. Só no estado do Rio são 1.800 pontos de venda, entre clínicas veterinárias e pet shops.
“O acessório é a linha de produtos de maior rentabilidade para os proprietários de loja e podem representar até 40% do lucro”, conta o veterinário consultor de mercado pet Sérgio Lobato. “Houve uma mudança de perfil dos donos de animais de uns anos para cá. O animal hoje é considerado um membro da família e não só um animal doméstico”, diz ele.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Husky Siberiano

Apesar da sua cara de lobo, o Husky Siberiano é um cão muito sociável e adora estar na companhia de outros animais ou seres humanos. Não é um cão ideal para cidades quentes, sendo muito tolerante ao frio.

Origem e história da raça
O povo Chukchi do nordeste da Ásia desenvolveu a raça hoje conhecida como Husky Siberiano. Sua origem é desconhecida, mas ele é obviamente do grupo spitz, que evoluiu por centenas de anos como um cão de trenó para esses povos nômades. Durante a corrida do ouro no Alaska, os cães se tornaram parte vital da vida nas regiões do Ártico, e as corridas de cães eram o entretenimento preferido.
As corridas de apostas no Alaska, que cobriam mais de 600 km entre Nome e Candle, eram muito populares, e em 1909 os Chukchi trouxeram da Sibéria a primeira equipe de huskies. Menores e mais dóceis do que a maioria dos competidores, eles despertaram pouca admiração, com exceção de um criador, que de tão impressionado, importou 70 cães para treiná-los para a corrida de 1910. Suas três equipes chegaram em primeiro, segundo e quarto lugar, e assim marcaram um momento de incomparável domínio dos Huskies nessa corrida.
Ao longo do ano, os cães se mantiveram como puxadores de trenó, mas em 1925 alcançaram seu maior sucesso. Equipes de huskies correram 540 km com soro salva-vidas para a difteria que atingia Nome e foram responsáveis por salvar a cidade. Existe uma estátua em homenagem a esses cães no Central Park.
Os primeiros huskies siberianos chegaram ao Canadá e depois aos Estados Unidos por volta dessa época. O AKC reconheceu a raça em 1930. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos siberianos trabalharam em equipes de busca e salvamento do Exército Americano, conquistando mais tarde a admiração do público. A popularidade da raça continuou a crescer até se tornar tão amado como cão de estimação quanto era como cão de exposição ou de trenó. Ele continua a ser uma das mais populares raças do Ártico.
 
 
Temperamento do Husky Siberiano
 Divertido, aventureiro, alerta, independente, inteligente, teimoso, travesso e obstinado. Tudo isso descreve o Husky Siberiano. Essa raça adora correr sempre que pode. Geralmente se dá bem com outros cães da casa. Na verdade, ele é um cão muito social que precisa da companhia de outros cães ou de seres humanos. Ele pode caçar gatos ou gado. Alguns uivam, cavam e roem.
 
 
Cuidados com o Husky Siberiano
Esse é um cão ativo, uma raça criada para correr quilômetros sem se cansar. Ele precisa de amplos exercícios todos os dias, seja em longas corridas ou longos passeios sem coleira em área segura. Ele também adora puxar e gosta de tempo frio. Seu pelo precisa ser escovado uma a duas vezes por semana. Todos os dias, durante as trocas de pelo.