quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Pedigree

Pedigree é o certificado de registro (CR) de um animal doméstico, que apresenta suas características genéticas básicas de acordo com a raça, variedade e pelagem (cor e tipo) além da árvore genealógica do animal até a terceira geração.

A palavra pedigree originou-se do francês antigo ‘pied de grue’ (pé de grou), pois o grou deixa uma pegada com três traços para frente e um para trás, semelhante a composição dos genealogistas para representar um registro de ancestralidade nos livros de linhagem.
Inicialmente o pedigree era usado para definir a genealogia de seres humanos, mas a partir de 1.608 começou a ser utilizado para registrar a linhagem de animais.

No Brasil criou-se um mito de que o pedigree encarece o filhote; criadores desonestos falam isso para o comprador para que eles realmente não queiram o pedigree. Isso ocorre, geralmente, porque o criador ou não tem o pedigree dos pais, portanto não pode registrar; ou porque ao registrar, ele assume a responsabilidade de estar vendendo um cão de raça pura e ,infelizmente, muitas vezes os cães são mestiços.
O pedigree CBKC é a garantia de você estar adquirindo um cão de raça pura.

Nos Estados Unidos da América, registra-se 1.450.000 cães anualmente, enquanto que no Brasil registra-se 90.000. O Brasil precisará de 16 anos para registrar o que os Estados Unidos registram em apenas 1 ano. Sabem por quê? Porque nos Estados Unidos os criadores registram seus cães imediatamente após o nascimento, pois não se compram cães sem pedigree.


Portanto, quando for adquirir um filhote, compre um cão com pedigree CBKC - FCI (Federation Cynologique Internacionale).

Para obter um pedigree é necessário que os pais também o tenham e que o dono da fêmea possua um canil registrado. O documento também serve como título de propriedade.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Porque os gatos se lambem?

O costume de se lamberem deu aos gatos a fama de animais higiénicos este hábito nasceu como instinto de defesa do animal. O gato normalmente começa o ritual passando a áspera língua nas patas para lavar a cabeça e as orelhas. Depois lambem o restante do corpo. Após as refeições, os antigos gatos se banhavam para retirar o cheiro do alimento para não atrair a atenção de predadores.

O gato também se lambe para aliviar o stress. Daí que gatos muito nervosos se lambam compulsivamente. A minha gata Molly sofre deste problema, em alturas em que ela fica mais nervosa, lambe-se e coça-se excessivamente originando crostas e peladas no corpo, a primeira vez que isto aconteceu achamos que era um problema dérmico mas após uma visita ao veterinário vimos que tudo se resolvia com um calmante.

FONTE: http://www.angelfire.com/indie/moon0/curiosidades_sobre_gatos.htm


Quais são as doenças que os pássaros podem transmitir para os humanos?

As aves podem ser portadoras de microorganismos causadores de problemas de saúde graves em humanos.  Para evitar qualquer problema com você e sua ave, é importante saber sobre as medidas para evitar a ocorrência de qualquer contaminação!
As aves podem transmitir algumas doenças aos humanos, que são as zoonoses. Ao comprar uma ave, é essencial saber a sua origem. A grande maioria dos casos de zoonoses transmitidas de aves para humanos tem relação com o manejo inadequado no criatório ou mesmo no estabelecimento comercial onde ela foi adquirida: a ave já vai para a sua casa como portadora de um microorganismo potencialmente perigoso!
Doenças como a ornitoseé uma das principais doenças transmitidas pelas aves domésticas, podem ser transmitida por qualquer espécie doméstica de ave:  periquitos, araras e até mesmo galinhas. 
Bactérias como algumas das espécies de Salmonellas e a Escherichia coli podem ser transmitidas pelas aves através de suas fezes. Ao contaminar o humano, irá causar problemas intestinais e diarreias.  Por isso,depois de mexer com sua ave ou na gaiola é importante sempre lavar as mãos!
Existem algumas zoonoses causadas por fungos, chamadas de histoplasmose e criptococose. Essas são transmitidas pelos pombos para humanos e outras aves.  Causam um quadro de pneumonia atípico e crônico, que exige tratamento médico, normalmente por um tempo bastante longo.
Crianças, idosos e pessoas que estão com o seu sistema imunológico comprometido devem ter atenção redobrada ao lidar diretamente com aves!
Para evitar essas doenças em seu lar, é primordial adquirir aves em criatórios que adotem as boas práticas de higiene e manejo, o que inclui a vacinação e garantia de que os reprodutores não são portadores de potenciais causadores de doenças infecciosas.
Mantenha sempre limpo o local onde sua ave fica. Não deixe as fezes e penas acumularem. Mantenha os comedouros, bebedouros e poleiros limpos diariamente. Essas atitudes são cruciais para a boa saúde da ave e a sua também!

Fonte AgendaPet

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Gato Raddoll


O Ragdoll (que significa boneca de pano em português) é uma raça de gatos de origem americana (Califórnia), raramente encontrada em outros países. Em 1982, havia notícia de um único Ragdoll no Brasil - Sansão. Atualmente, contamos com cerca de 60 registrados, a maioria proveniente dos dois gatis que iniciaram oficialmente a criação brasileira em 1998 (Montana's&Muntaz-i-Mahal), através da importação de exemplares dos melhores gatis americanos. De lá para cá, o Ragdoll vem se tornando conhecido através de exposições, novas importações e da divulgação desses dois gatis, dedicados exclusivamente à raça. O Ragdoll chama a atenção por três motivos: tamanho, temperamento e beleza. É a segunda maior raça de gatos do mundo, sendo a de desenvolvimento mais lento, pois um Ragdoll só termina seu crescimento por volta dos quatro anos de idade, podendo um macho adulto não castrado chegar aos 10 ou 11 quilos. É um "Gigante Gentil", meigo, delicado, brincalhão e interativo. É de uma beleza singular, com sua pelagem semilonga de textura fofa e sedosa, com seus olhos plácidos, sempre azuis. Impossível não ter o olhar desviado por um Ragdoll

Ragdolls são muito mais que gatos grandes e bonitos. Eles são atenciosos, divertidos, sensíveis e aprendem com facilidade. Costumam atender pelo nome, são eternos companheiros, onde o dono estiver o seu Ragdollestará, até mesmo no banho! Alguns gostam de ser pegos como bebês, outros correm para o colo quando sentamos. São gatos de grande porte, mas de média a baixa atividade. Quanto mais o tempo passa, mais sossegados ficam, mas sem deixarem de brincar ou interagir em nosso dia-a-dia. São gatos indoor (dentro de casa) feitos para viverem junto a nós e não em ambientes abertos. Adoram o convívio com pessoas e se adaptam facilmente a outros animais e crianças. 


Ragdoll é o felino doméstico de desenvolvimento mais lento, por isso precisa de cuidados básicos para crescer bonito e saudável: Ser alimentado com rações balanceadas, de ótima qualidade, adequadas a cada etapa de seu crescimento; receber suplementos vitamínicos, além de comer ração para filhotes por mais tempo; ser vermifugado periodicamente e vacinado nas épocas certas. Precisa ser escovado, ter os olhos e as orelhas limpos e as pontas das unhas aparadas uma vez por semana. Deve ter um arranhador para brincar e afiar as unhas; ter sua liteira (popular caixa de areia) limpa todos os dias; bem como ter água e alimentos sempre frescos à sua disposição. Uma visita anual, de rotina, ao médico veterinário é recomendável. Se o Ragdoll precisar ficar muito tempo sem a presença humana e não tiver outros animais como companhia, é aconselhável que tenha alguns brinquedos especiais para gatos. E o mais importante: Amor, carinho e atenção sempre, pois são elementos importantes para manter um Ragdoll saudável e feliz.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cães escolhem as pessoas mais gentis para pedir comida

 

Bem antes de se aproximar de alguém, por debaixo da mesa, para pedir comida, os cachorros analisam minuciosamente o comportamento de todos os seres humanos presentes no local e optam pelos que têm “melhor caráter”.
A conclusão é de estudo da Universidade de Milão, que – após analisar 100 cães que vivem em lares da cidade italiana – descobriu que, antes de pedir comida, os cachorros observam os seres humanos e os classificam como “malvados” ou “generosos”. Assim, na hora que identificarem a melhor oportunidade para pedir um lanchinho, os animais vão direto às pessoas que julgam menos avarentas, aumentando suas chances de faturar a comida.
Ainda segundo a pesquisa, na hora de observar os seres humanos, os cães valorizam mais o tom de voz dos analisados do que os gestos feitos à mesa. Será mesmo que esse julgamento é justo?
A descoberta surpreendeu os cientistas, que afirmam que sabiam que os cachorros eram animais habilidosos, mas jamais imaginaram que eles tiravam conclusões a respeito da personalidade das pessoas, apenas, pela observação. 

Fonte: RevistaSuper Interessante

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Boston Terrier

O Boston Terrier é uma raça de origem norte-americana, resultado de cruzamentos entre o Bulldog Inglês e terriers brancos.
Criada originalmente para combate, a raça passou a ser chamada de Boston Terrier no final do século XIX, e hoje em dia é conhecida por sua inteligência e companheirismo.
No Brasil a raça ainda é pouco conhecida, apesar de estar presente no país há muitos anos, mas sem um número significativo de exemplares e criadores.

Boston Terriers são cães compactos, com cabeças grandes sem rugas, olhos escuros e grandes, orelhas empinadas e focinho escuro. O pelo do Boston Terrier é fino e curto. Essa raça não tem cheiro e tem pouca queda de pelo. O Boston Terrier é um cão muito fácil de lidar e podem se adaptar facilmente a qualquer situação: cidade, campo, apartamento, casa. Eles se dão muito bem com crianças, outros cães, gatos e outros animais. Essa raça AMA agradar os donos e fará qualquer coisa para te deixar feliz.

O Boston Terrier é a melhor campainha da casa: assim que alguém bater na porta, eles já vão todos contentes abanando o rabo para saudar quem estiver chegando. Se você quer um cachorro que fique do seu lado o dia todo, um Boston Terrier é o ideal.

Além de inteligente, o Boston Terrier é afetuoso, dócil, de expressão gentil e alerta. Requer uma dose moderada de exercícios diários, e prefere permanecer sempre junto aos donos, o que o torna um maravilhoso companheiro.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Alimentos proibidos para cães e gatos


Eles podem causar um tremendo mal-estar para seu pet. Saiba o que evitar
Todo o cuidado é pouco na hora de variar o cardápio da sua mascote. Existem algumas comidas que podem causar um tremendo mal-estar para o bicho e que devem ser evitadas. Conheça as principais:
Chocolate
A grande vilã aqui é a teobromina. Presente principalmente nos chocolates amargos, essa substância age como estimulante e chega a causar extrema excitação nos animais. "Como o organismo de cães e gatos demora muito tempo para se livrar dela, eles podem apresentar taquicardia, hiperatividade, tremores e convulsões", diz Flávia Borges Saad, professora do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras, no interior de Minas Gerais.
Abacate
A persina, substância encontrada na polpa, na casca e no caroço da fruta, é a culpada por intoxicar os pets que abusam do alimento. Vômito, diarreia, lesões gastrointestinais e até necrose nas fibras do miocárdio, o músculo do coração, são algumas das consequências do exagero.
Cebola e alho
Eles contêm alicina, que, em felinos e cachorros, pode perpetrar um tipo de anemia conhecido como hemolítica. Em suma, trata-se da destruição dos glóbulos vermelhos, os encarregados pelo transporte de oxigênio no sangue. "A intoxicação aparece gradativamente e, para isso, é necessário que o animal consuma uma grande quantidade de cebola ou de alho crus", ameniza a veterinária Christine Martins, do Hospital Veterinário da Universidade de Brasília.
Ossos
Muita gente imagina que eles são o petisco canino ideal. Um alerta da FDA, agência que regulamenta o consumo de remédios e alimentos nos Estados Unidos, contraria esse senso comum. Segundo o relatório, não se deve oferecê-los em nenhuma hipótese aos cachorros. "Ao serem mastigados, os ossos, principalmente os cozidos, podem lascar e formar pontas, causando lacerações na boca e no esôfago, quebra de dentes, além de aumentar o risco de infecções bacterianas e obstruções intestinais", explica Christine.
Peixe cru
Alimentar cães e gatos com pescados in natura nunca é uma boa ideia. Algumas espécies de peixe, sobretudo a tilápia, armazenam doses generosas de avidina e tiaminase. Esse dueto impede a absorção de algumas vitaminas do complexo B, como a biotina e a tiamina. "A deficiência delas está ligada a problemas neurológicos", exemplifica Flávia.
Leite
Trocar o líquido liberado pelas tetas da cadela pelo da vaca é péssimo para a saúde dos cachorros. É que o leite canino possui mais proteínas, gorduras, cálcio e fósforo do que o bovino. Dessa forma, só supre as necessidades nutricionais de um filhote se for consumido aos borbotões. E isso representa níveis cavalares de lactose, o açúcar lácteo. "Como o animal não consegue processar tamanha quantidade desse açúcar, o resultado é uma diarreia grave", alerta Flávia. No entanto, em alguns casos, o leite da vaca é manipulado pela indústria para torná-lo mais parecido com o das cachorras. Aí, sim.
O bicho comeu. O que fazer?
Algumas horas após o cachorro ou o gato ingerirem algum alimento inadequado, logo bate aquele mal-estar. Ao observar sinais de irritação, transtornos gástricos, alterações do ritmo cardíaco e respiratório, o animal deve ser levado rapidamente ao veterinário. "É muito comum que, ao constatarem a ocorrência de intoxicação, os donos ofereçam leite, o que só piora a situação", avisa Christine. O melhor mesmo seria estimular o bicho a beber bastante água e não provocar o vômito.
Fonte: Revista Saúde
http://saude.abril.com.br/edicoes/0325/bichos/conteudo_569645.shtml

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Conheça a Raça Burmilla

Esta raça é provavelmente uma das mais recentes. Surgiu em 1981 a partir do cruzamento não intencional de um exemplar da raça Birmanesa com outro da raça Chinchila. O seu belo manto macio logo cativou alguns admiradores que rapidamente juntaram esforços no sentido de fazer deste gato, uma raça reconhecida internacionalmente. 

Embora ainda não aceito em todos os países, já é reconhecido pela FIFe. Foi o Burmilla que deu origem ao grupo de gatos asiáticos. 

A pequena cabeça arredondada é marcada pelo nariz avermelhado que se destaca do conjunto. As orelhas são de tamanho médio com as pontas ligeiramente arredondadas. Os seus olhos verdes são grandes quando comparados com o tamanho total da cabeça. Em gatos com pelagem tartaruga ou creme, a cor âmbar é permitida. As pernas são finas e a cauda é média ou longa com anéis malhados. O Burmilla é um gato de porte médio.

A pelagem é curta e densa. Todos os Burmilla têm um sombreado prateado. As variedades de cores são: preto ou marinho/Azul/Chocolate/Lilás/Canela/Fulvo sombreado a prata. E ainda, vermelho, creme, tartaruga com sombra prata.

Este gato é geralmente muito divertido gostando muito de interagir com os vários elementos do seu meio. Fazendo jus à sua origem, não é tão turbulento como o Birmanês, mas é mais sociável que o Chinchila. Gosta também de atenção, mas não a pede com tanta frequência e insistência como os gatos de pelo comprido. Apesar de ser uma raça recente, é um gato bastante equilibrado. É um gato amistoso, vivo, esperto e muito afeiçoado.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sua casa segura para os gatos de estimação


Mesmo que a sua casa seja o lugar mais confortável que seu gato conhecerá em toda a vida, ela também pode ser o mais perigoso. Dedique um tempo examinando sua casa sob a perspectiva de um gato. Uma rápida caminhada de um cômodo a outro poderá revelar perigos potenciais fáceis de eliminar.

Mantenha seu gato em casa e protegido de condições climáticas, como o frio. A vida ao ar livre pode ser perigosa em todos os sentidos, dos predadores em potencial aos riscos de atropelamento. Ofereça brinquedos seguros para manter seu gato ocupado quando você não tiver tempo de lhe dar atenção.

Todos os fios, cordões e materiais semelhantes devem ser colocados fora de alcance após o uso, para que seu gato não possa ingeri-los. Também esteja ciente dos riscos oferecidos por cordinhas de persianas e cortinas, fios e cabos elétricos, fio dental e elásticos de papelaria.

Mesmo que seu animal de companhia consuma uma quantidade suficiente de alimento precisamente balanceado para gatos, ele poderá, ainda assim, mostrar-se inclinado a experimentar alguma outra coisa dentro de sua casa. Experimente manter um pequeno canteiro com broto de trigo em um vaso estável dentro de casa para atrair seu gato e preservar as plantas ornamentais.

Mantenha as bancadas de cozinha limpas e livres de utensílios afiados, sobre os quais seu gato possa tropeçar. Mantenha também as tampas de vasos sanitários abaixadas, as lixeiras tampadas e máquinas de lavar e secar roupa fechadas.

Armazene produtos químicos e venenos de uso doméstico, como líquidos anticongelantes, em um armário trancado a chave ou com travas à prova de crianças.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Cão da raça Boxer



Raça Boxer é de origem alemã, foi desenvolvida no final do século XIX por um grupo de cinófilos alemães que procuravam obter, mediante o cruzamento de um tipo de cão antigo, conhecido como Bullenbeisser com o Buldogue Inglês uma raça de características homogêneas e elegantes.

Perto de 1890, um cão com as características do atual Boxer se apresentou em Munich, cidade alemã da região da Bavária e acasalou com um antigo bulldog. Desse cruzamento, resultaram cães de queixo desenvolvido, orelhas altas e ossos fortes.

Em 1896, fundou-se o primeiro clube do Boxer em Munich. A partir daí, foi celebrada entre os formadores da raça a necessidade de eliminar-se por completo todas as características do bulldog que poderiam desvalorizar o boxer ideal, procurando fixar o dourado e o tigrado como cores padrão em detrimento do branco.

Passados mais de cem anos para o aperfeiçoamento da raça, o que vemos hoje é um cão harmonioso, elegante e potente. Compacto e de figura quadrada, sua ossatura é pesada e sua pelagem curta. De musculatura plástica, é poderosamente desenvolvida e nitidamente definida, o que confere um aspecto atlético e nobre.

De estatura média para grande, os machos devem medir em torno de 60 cm, sendo que os machos com mais de 60 cm devem pesar mais de 30 quilos. As fêmeas, um pouco menores, medem cerca de 55 cm e aquelas que medirem mais de 56 cm devem pesar mais de 25 quilos.

De temperamento fiel e muito ligado ao dono e seu território, o Boxer é um intrépido guardião. Corajoso, é dotado de um ataque potente que é facilitado pela projeção de sua mandíbula; quando parte para desempenhar esta função, somente desiste se acionado por seu dono ou vencido pela morte. Dócil no meio familiar, não é um cão de um único dono. Festeja a todos com muita alegria. Com crianças, sua dedicação é incrível.

O Boxer, devido a sua versatilidade e temperamento tolerante, agrada os mais variados tipos de pessoas, principalmente aquelas que procuram aliar guarda e companhia numa única raça. As cores da pelagem hoje reconhecidas pelos padrões oficiais da raça são o dourado e o tigrado; no entanto, o contingente de cães de pelagem branca vem crescendo muito e alguns cães de pelagem negra já começaram a serem criados o que deve, certamente, mudar a concepção atual das cores permitidas em um médio espaço de tempo.

É um cão que não late à toa e que gosta de estar perto do dono, entretanto, não é daquelas raças que solicitam atenção a toda hora. Embora seja um cão ativo, não é exigente na questão espaço. Um quintal e um corredor são suficientes. Há relatos de proprietários que os têm em apartamentos e, segundo eles, vivem bem e não incomodam.

A pelagem curta favorece a condição de higiene e por não exalar aquele "cheirinho de cachorro" forte, não é difícil criá-lo nestes ambientes. É bem verdade que os passeios são convenientes, mas não precisam ser longos ou cansativos.


Vale lembrar que a aparente docilidade não significa que são bonachões e servem apenas para companhia. O Boxer é um eficiente e valente cão de guarda.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Você sabia que a alimentação pode influenciar no comportamento do seu cão?



É possível que um cão mal humorado, agressivo, sem disposição para brincadeira, intolerante ou com dificuldade no aprendizado, tenha a solução do seu problema na alimentação.

Alguns alimentos, que possuem excesso de proteína, podem aumentar a eliminação de cálcio do organismo, o que resulta no esgotamento das reservas minerais, causando dores nos ossos e articulações, e a prática de exercícios pode se tornar algo muito ruim, aumentando a agressividade do cão.

Em cães muito ativos, a ausência de uma alimentação adequada para suprir o gasto de energia, pode causar, num curto espaço de tempo, problemas como depressão e apatia.

A falta de proteína na alimentação de cães mais jovens pode causar a queda excessiva da pelagem, inchaço nas articulações e a falta de musculatura, o que afeta diretamente o desenvolvimento e aprendizado do filhote.

Já nos idosos a falta de proteínas pode deixar os peludos mais fracos, com baixa imunidade e, consequentemente, com maior vulnerabilidade a doenças.

Evite que seu mascote chegue a um ponto crítico na convivência social entre você e sua família.


Fonte - Nucleo Pet

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Por que a maioria dos gatos odeiam água?


Toda a gente já ouviu alguém dizer que os gatos não gostam de água. Mas será apenas uma mera lenda?

Os gatos, geralmente, parecem odiar água e fazem de tudo para evitá-la, até mesmos fazem o asseio diário com a língua para não passar pelo chuveiro. Mas qual é a razão desta rejeição ancestral? Bem, o mais provável é que a aversão à água dos gatos proceda de seu habitat original: os gatos viveram sempre em desertos, de modo que tinham pouco contato com a água.

Esta aversão à água pode ser culpa da evolução dos felinos. Por muitas vezes vemos vídeos e fotos na internet de gatinhos passando por situações de horror em uma tentativa dos donos molhá-los. Mas é preciso saber que esse medo é uma herança milenar da linhagem dos gatos domésticos herdada dos antepassados.

Os gatos fofinhos que conhecemos hoje provavelmente são descendentes de uma espécie de gatos selvagens que vivem em uma região desértica, ao leste do mediterrâneo. É uma região seca, com pouca água disponível e por isso não só os gatos, mas os animais e plantas da região são adaptados para viverem com muito pouco deste recurso.

Há muito tempo (cerca de 10 mil anos), quando a agricultura e estoque de grãos iniciaram-se, os ratos começaram a frequentar os armazéns, atraindo aqueles gatos selvagens de clima seco. A presença dos gatos acabou agradando as pessoas e então passaram a domesticá-los. 

Neste processo, a facilidade de conseguir alimento, os cuidados humanos, entre outras coisas, fizeram com que os gatos selvagens perdessem algumas características e mantivessem outras, dando origem ao gato doméstico que conhecemos. Eles deixaram de ser ariscos e violentos, no entanto mantiveram outras características, como a adaptação para caçar presas em terras e nas árvores, mas não na água.

Mesmo conhecendo a origem desse hábito dos gatos, os especialistas não sabem ao certo o que está por trás dele. Por isso, não se tem certeza de que essa aversão é, por exemplo, por medo de se afogar, sentir frio ou, simplesmente, exalar mau cheiro, o que facilita a localização de um possível predador.

Na verdade, se um gatinho desde pequeno for acostumado ao banho, é possível que o ato seja apreciado e pode até mesmo causar prazer ao bichano. A evolução nunca para e é bem possível que depois de alguns milhares de anos, os gatos domésticos percam de vez a aversão pela água. Enquanto isso, eles podem se limpar muito bem com os caprichosos banhos de língua.

Algumas raças, como a Maine Coon e a Turkish Van, de fato adoram água! Tanto que na falta de um rio ou lago, se enfiam debaixo de torneiras, dentro de banheiras e até em sanitários!
Para outras raças, é tudo uma questão de hábito.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Os 7 maiores mitos sobre os gatos

Eles são eternos injustiçados. A lista de difamações vai do azar ao medo de água. Eis aqui a chance de derrubar alguns desses mitos

1. Gatos odeiam água
Depende do gato. Algumas raças, como a Maine Coon e a Turkish Van, adoram. Tanto que na falta de um rio ou lago, se enfiam debaixo de torneiras, dentro de banheiras e até em vasos sanitários. Para outras raças, é tudo questão de costume. "É bom lembrar que são animais muito higiênicos e mesmo os que não gostam de água estão sempre se lambendo para ficar limpos", afirma a veterinária Tânia Fernandes, professora da Universidade Metodista de São Paulo.

2. Eles enxergam no escuro
Quase. Eles têm uma visão noturna 10 vezes melhor do que a dos humanos. Mas ainda é preciso haver alguma luz para que uma camada extra de células que existe nos olhos dos gatos possa refleti-la de volta à retina, aumentando a visão.

3. Gato preto dá azar
Essa é uma lenda contraditória. Em boa parte do Ocidente, a partir da Idade Média, surgiu a crença de que cruzar com um na rua era azar na certa. No Japão e no Reino Unido, é considerado um bom sinal. Pelo menos para os gatos, pode ser mesmo muita sorte: uma pesquisa do Instituto Nacional de Saúde dos EUA sugere que o gene que dá a coloração preta ao animal também seria responsável por torná-lo imune ao vírus do HIV felino.

4. Eles não podem ser adestrados
Apesar da fama de insubordinados, podem sim. "Com um pouco de paciência e as técnicas certas, gatos podem aprender os mesmos truques que os cachorros", afirma o adestrador Gustavo Campelo, de São Paulo. Na Rússia, há 30 anos, o Teatro dos Gatos de Moscou conta com mais de 120 gatos que fazem acrobacias, andam em corda bamba e equilibram bolas no nariz.

5. Apegam-se à casa e não aos donos
Gatos têm um forte senso territorial, mas também sabem muito bem quem cuida deles. Em 1952, uma gata persa andou mais de 2.400 quilômetros pelos Estados Unidos até encontrar seus donos, que se mudaram da Califórnia para Oklahoma. 
6. Gatos tem 7 vidas
Bem que eles gostariam. Em alguns países no Hemisfério Norte, a lenda diz que eles tem até 9. Mas a verdade é que tem uma só, que dura em média 15 anos para gatos domésticos e apenas 2 para os de rua. 

7. Sempre caem em pé
Esse é um dos mitos que deram origem à história acima. Mas a queda precisa ser de uma distância mínima de 60 centímetros do chão para que eles consigam se virar a tempo. E se for de uma altura muito grande, mesmo caindo sobre as 4 patas, podem se machucar.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Brasil já é o segundo maior mercado de produtos pet do mundo, atrás apenas dos EUA.


Fashion maníacos, atenção, tem coleção nova chegando ao mercado. E acredite, nada a ver com as semanas de moda do Rio ou de São Paulo. Os modelitos que vendem cada vez mais são feitos para cachorros. 
Jaquetas, roupas de surfe, blusas de gola role, trajes de gala, fantasias de natal e camisas de futebol. São tantas opções no mercado que dá para montar um closet dos mais variados só para cães. Até a Daslu tem sua versão canina.
 Para a funcionária pública Sônia Nobre, suas “meninas”, a maltês Shantala e a Shih Tzu Mandala têm estilos diferentes. “Elas são vaidosas e gostam, sim, de estar arrumadas e vestidas”, diz ela, que conta que as duas, filhotes de 10 e 11 meses, vão direto cheirar o pacote da pet shop quando chega uma novidade em casa.
 “Cada uma tem um estilo. A Shantala é toda branca, tem um tipo de casaquinhos, e a Mandala usa mais vestidinho”, explica ela, que só libera o “guarda-roupa” em dias frios, e prefere não usar sapatos para não comprometer a sensibilidade das patas.
O inverno, aliás, é a alta estação para quem procura novos produtos. “Esfriou, a gente vende muito. Quando você está com frio, você associa isso ao cão. A gente se sente mais confortável em esquentá-lo. É um tipo de frescura que não é tanta frescura assim”, pondera o veterinário.
 Ele lembra que a maioria dos tecidos de roupas para cachorros hoje em dia é hipoalergênica, o que evita problemas com os pelos e facilita a higiene do cachorro na volta do passeio na rua.
Segundo mercado em produtos e serviços de animais de estimação, o Brasil tem hoje, segundo o Ibope, 54 milhões de animais domésticos. Já ultrapassou o Japão e perde apenas para os Estados Unidos. Só no estado do Rio são 1.800 pontos de venda, entre clínicas veterinárias e pet shops.
“O acessório é a linha de produtos de maior rentabilidade para os proprietários de loja e podem representar até 40% do lucro”, conta o veterinário consultor de mercado pet Sérgio Lobato. “Houve uma mudança de perfil dos donos de animais de uns anos para cá. O animal hoje é considerado um membro da família e não só um animal doméstico”, diz ele.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Husky Siberiano

Apesar da sua cara de lobo, o Husky Siberiano é um cão muito sociável e adora estar na companhia de outros animais ou seres humanos. Não é um cão ideal para cidades quentes, sendo muito tolerante ao frio.

Origem e história da raça
O povo Chukchi do nordeste da Ásia desenvolveu a raça hoje conhecida como Husky Siberiano. Sua origem é desconhecida, mas ele é obviamente do grupo spitz, que evoluiu por centenas de anos como um cão de trenó para esses povos nômades. Durante a corrida do ouro no Alaska, os cães se tornaram parte vital da vida nas regiões do Ártico, e as corridas de cães eram o entretenimento preferido.
As corridas de apostas no Alaska, que cobriam mais de 600 km entre Nome e Candle, eram muito populares, e em 1909 os Chukchi trouxeram da Sibéria a primeira equipe de huskies. Menores e mais dóceis do que a maioria dos competidores, eles despertaram pouca admiração, com exceção de um criador, que de tão impressionado, importou 70 cães para treiná-los para a corrida de 1910. Suas três equipes chegaram em primeiro, segundo e quarto lugar, e assim marcaram um momento de incomparável domínio dos Huskies nessa corrida.
Ao longo do ano, os cães se mantiveram como puxadores de trenó, mas em 1925 alcançaram seu maior sucesso. Equipes de huskies correram 540 km com soro salva-vidas para a difteria que atingia Nome e foram responsáveis por salvar a cidade. Existe uma estátua em homenagem a esses cães no Central Park.
Os primeiros huskies siberianos chegaram ao Canadá e depois aos Estados Unidos por volta dessa época. O AKC reconheceu a raça em 1930. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos siberianos trabalharam em equipes de busca e salvamento do Exército Americano, conquistando mais tarde a admiração do público. A popularidade da raça continuou a crescer até se tornar tão amado como cão de estimação quanto era como cão de exposição ou de trenó. Ele continua a ser uma das mais populares raças do Ártico.
 
 
Temperamento do Husky Siberiano
 Divertido, aventureiro, alerta, independente, inteligente, teimoso, travesso e obstinado. Tudo isso descreve o Husky Siberiano. Essa raça adora correr sempre que pode. Geralmente se dá bem com outros cães da casa. Na verdade, ele é um cão muito social que precisa da companhia de outros cães ou de seres humanos. Ele pode caçar gatos ou gado. Alguns uivam, cavam e roem.
 
 
Cuidados com o Husky Siberiano
Esse é um cão ativo, uma raça criada para correr quilômetros sem se cansar. Ele precisa de amplos exercícios todos os dias, seja em longas corridas ou longos passeios sem coleira em área segura. Ele também adora puxar e gosta de tempo frio. Seu pelo precisa ser escovado uma a duas vezes por semana. Todos os dias, durante as trocas de pelo.



quinta-feira, 20 de junho de 2013

Qual é função do bigode do gato?



Nunca corte ou apare o bigode do seu gato!

As vibrissas, nome técnico dado ao conjunto de 12 fios que eles têm em cada lado. O bigode dos gatos  age como um detector de estímulos externos, fornecendo informações sobre as imediações onde o animal está. É através dele que se manifesta o olfato e o tato apurados do gato. Além disso, no escuro o bigode atua como um orientador espacial, prevenindo-o de eventuais acidentes. É por isso que o bigode ajuda o gato a sentir o ambiente em seu redor.

Estes “pelos faciais” também nos indicam o humor do gato. Por exemplo, quando um gato está bravo ou na defensiva, o bigode fica para trás; quando o gato está feliz, curioso ou contente, o bigode fica mais relaxado e para frente.

Resumindo, o bigode do gato serve para ele se prevenir de acidentes, medir distâncias e manifestar o seu humor. Não é por acaso que os gatos têm tanto cuidado com os seus bigodes.


Se tosar seu gatinho, faça-o cuidadosamente, para que não corte indevidamente os pelos sensores. Os pelos sensores cortados geralmente crescem novamente. Portanto, os bigodes não são um adereço decorativo ou de presunção de nosso gato, são uma arma vital para orientá-lo, sobretudo no meio exterior. Cuidemos e protejamos os pelos sensores do seu gatinho.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Gato American Shorthair: A raça de gato da propaganda de comidas para gatos


Você está procurando um gato que será um bom companheiro para seus filhos, um bom companheiro para pessoas que vivem sozinhas, e que conviva bem com seus cães? O American Shorthair é exatamente o que você procura.

O American Shorthair é descendente dos primeiros imigrantes europeus, que levaram para os Estados Unidos os gatos para combater os roedores em fazendas e acampamentos. Foram selecionados principalmente pela resistência em condições climáticas difíceis e caçar ratos. 

No inicio do século 20, raças importadas para os Estados Unidos cruzaram com os American Shorthair, dando origem a animais com cores e pelagens variadas, descaracterizando toda a raça. Até 1966, a raça era conhecida como Domestic Shorthair. Após este ano, criadores começaram a importar mais Domestic Shorthair  e começou uma reprodução seletiva, que deu origem à raça como conhecemos hoje. Ela foi rebatizada para American Shorthair.

Um gato sem raça definida pode ter uma enorme semelhança com o American Shorthair. A grande diferença é que um gato com pedigree pode produzir constantemente gatinhos com o mesmo padrão físico, temperamento e aparência, enquanto um animal sem raça definida não pode. 

O American Shorthair é uma raça muito ativa e gosta de espaço para brincar e saltar. São ótimos companheiros, são disciplinados e aprendem a conviver bem com outros animais, inclusive pássaros. Possuem porte médio a grande, as fêmeas podem chegar a pesar 4,5 kg e os machos 6,3 quilos, e sua longevidade varia de 15 a 20 anos.

O American Shorthair não requer muitos cuidados, além dos básicos, como escovação para manter seu pêlo brilhante e alimentação balanceada. É um animal muito resistente a doenças, porém com relato de casos de cardiomiopatia hipertrófica, uma doença no coração, sem cura, mas com tratamentos para controle. 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Por que os cães latem?

Para quem não tem cachorros, latidos são todos iguais, mas para quem convive com eles é fácil perceber que os latidos soam diferentes: chato, engraçado, sofrido, alto… O que não sabemos é o porque são diferentes e as causas que levam os cães a latirem.

Da mesma forma que os seres humanos se comunicam falando e com movimentos do corpo, os cachorros também deixam seu recado através da sua linguagem, ou seja, os latidos.

Cachorros latem por diversas razões e às vezes pode ser demais. A principal razão é realmente uma necessidade de comunicar algo, e quando essa comunicação vira um problema, temos que explorar os motivos.
Os principais tipos de latidos:

ABORRECIMENTO – Ficar sozinho por longos períodos de tempo é difícil para a maioria dos cães. Eles latem para se entreterem e aliviar seu aborrecimento. Nesse caso, o cão late sem parar por muito tempo de uma maneira monótona, sem mudança de frequência, tom ou volume.

ALEGRIA – Quando o cão está alegre, os latidos são um pouco mais agudos e animados. Ele está contando ao mundo que ele está feliz, e também abana o rabo, pula para lá e para cá, abaixa o peito dobrando os cotovelos mantendo o traseiro para cima.

ALERTA – O latido de alerta é grave e rouco, o cachorro quer passar a impressão de que é maior do que realmente é. Em geral, os pelos na coluna se arrepiam, e eles assumem uma postura agressiva inclinando‐se para frente com o rabo rígido e orelhas levantadas.

IR AO BANHEIRO – Quando o cachorro precisa ir ao banheiro, ele anda pela casa, às vezes em círculo, farejando o chão e às vezes até geme. O latido nesse caso é curto e se repete se você não dá atenção.

FOME – Da mesma forma que o latido do banheiro, esse é um latido curto apenas para chamar sua atenção para alguma necessidade dele. Muitas vezes eles ficam agitados, correndo e pulando.

CHAMAR ATENÇÃO – Quando o seu cachorro quer brincar ou quer entrar em casa ou quer apenas chamar sua atenção, ele late de uma forma irregular. Latem uma vez, depois duas, depois mais algumas, até conseguir sua atenção.

Vários estudos já provaram que os animais de companhia latem muito mais que aqueles animais que vivem em estado selvagem.

Isto acontece porque os animaizinhos dependem dos seus donos para fazer a maioria das coisas, como comer, ir passear na rua, fazer suas necessidades e até para se relacionarem com outros cachorros. Por causa disto, os animais de estimação têm mais necessidade de comunicarem o que querem, pois não estão tão livres como os seus parentes selvagens.

No entanto, o latido alto e excessivo é definitivamente um problema comportamental que precisa ser tratado. O seu cão precisa entender quando pode latir e quando deve ficar quieto, e é seu trabalho ensinar a seu cão essa diferença.

Cães sempre latem por uma razão. Eles estão tentando lhe dizer algo, mesmo você estando pronto para ouvi-los ou não. Preste atenção quando e como são os latidos de seu cão  para trabalhar com o seu cão e  reverter esse mau comportamento. 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Quais são as raças mais indicadas para as crianças?




Existem raças de cães mais adequadas para famílias com crianças. Estas são as raças que são inteligentes, afetuosas e com um algum nível de atividade diária. A personalidade do cão deve ser suave e o tamanho do cão também é importante – cães maiores podem ser mais tolerantes e resistentes aos ‘testes infantis’ enquanto os menores podem ser mais frágeis.
Listamos algumas raças de cães:
Labrador
Alegre, flexível e grande amigo, o britânico labrador tem disposição de sobra para brincadeiras. A inteligência e o temperamento estável estão entre as marcas registradas da raça. Para manter a forma, o labrador precisa nadar, caminhar, correr e se entregar a brincadeiras. Além disto, são recomendados banhos mensais.

Boxer
Tem um jeito bem-humorado e é tolerante com crianças e adultos. O temperamento afetuoso resulta da cuidadosa seleção de linhagens feita na Alemanha. Para educá-lo nas regras da família, os donos devem dosar firmeza e carinho. Bastante dinâmico,  o boxer precisa gastar as energias com longas caminhadas diárias e exercícios, como buscar brinquedos. Com banhos mensais, o pêlo curto e liso ganha brilho.

Cocker Spaniel Inglês
Imortalizado por Walt Disney em A Dama e o Vagabundo, o britânico cocker é conhecido pela personalidade afável e amorosa. Sensível, aprende com facilidade desde que seja tratado com o mesmo carinho que dispensa a todos da família. As caminhadas diárias, as brincadeiras e a alimentação correta são importantes para mantê-lo em forma e evitar uma certa tendência à obesidade. Escovações todos os dias e um banho semanal vão deixar a pelagem do cãozinho sempre bonita.

Beagles
Os beagles são excelentes com crianças e essa é uma das razões para terem se tornado animais de estimação populares. Dóceis, alegres e brincalhões, eles possuem uma personalidade bastante ativa.
Mas, quando eles ficam sozinhos por um longo período, começa a reclamação. Eles odeiam solidão, ficam ansiosos e costumam latir muito alto. “Corra, pule, jogue objetos para ele apanhar e caminhe muito!” 

Yorkshire
Simpático e afetuoso, o inglês yorkshire é dono de personalidade marcante. Bom amigo de crianças maiores, com cerca de 8 anos, que já podem entender a importância de se respeitar seu porte delicado. Pulos de lugares altos são arriscados: portanto, cuidado ao colocá-lo em sofás ou camas. Como adora brincar pela casa, o yorkshire só precisa de passeios curtos para atender às necessidades de exercícios.

Há sempre a necessidade de supervisão de um adulto nas brincadeiras, pois o cão pode ter um desvio de comportamento, dependendo de como elas acontecem. Se a criança o chatear, ele pode ficar agressivo.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Cuidados com o seu pet.




Todo mundo sabe que nossos animais de estimação são mais que bichos, são membros da família. E, como com qualquer outra vida, humana ou não, seus cuidados tem um custo. 
Certifique-se de que o animal está com as vacinas em dia e todos os cuidados necessários foram tomados. Assim, você evita futuras doenças e gastos com remédios.

A alimentação deles também pode ser um problema se não for bem pensada. Comida humana, por exemplo, não é adequada para os bichinhos e pode causar doenças. A ração é prioridade sempre, porque além de ser feita especialmente para eles, ainda diminui o odor na sua casa, facilita a limpeza e têm porções adequadas às raças, pelagens, ambientes… Descubra a dieta apropriada para seu animal conversando com o veterinário e passe a comprar em grandes quantidades de uma vez, sempre atento à data de validade, é claro. Essa é uma excelente forma de economizar. Se o seu bichinho é pequeno e come pouco, uma alternativa é se juntar a amigos que tenham um com a mesma alimentação e possam comprar com você.

A saúde física do seu animal é importante. Leve-o frequentemente ao veterinário, fique atento aos remédio veterinários para pet, vacine-o corretamente e forneça abrigo e alimento.

Eduque seu novo amigo, se informe com dicas simples sobre como fazer isso. Se for necessário, procure um adestrador de sua confiança. Mas lembre-se: faça isso sempre respeitando as limitações do seu pet.

Você pode começar a dar banho no seu cão ou gato a partir de 45 dias de idade, contanto que a temperatura esteja quente. Jamais banhe um filhote novo em dias extremamente frios. Há veterinários que indicam o primeiro banho quando com mais idade. Siga a orientação do veterinário que trata do seu animal.

O banho pode ser dado semanalmente, mas a frequência irá depender da raça e da tolerância do animal. Se ele começar a apresentar muitos problemas de pelagem e/ou pele, você deve diminuir a frequência dos banhos.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Cães que destroem os móveis: o que fazer?





Quem nunca foi “premiado” com móveis e objetos da casa transformados em brinquedos? Pés de mesas e cadeiras roídos, tapetes picados em mil pedacinhos, banquinhos transformados em verdadeiros “ossos imaginários”, sofás e almofadas que, de repente, são um amontoado de espuma!

Este tipo de comportamento costuma ser muito comum em filhotes, mas pode perdurar por toda a vida adulta, se o cão for bastante ativo ou até mesmo ansioso em demasia.

A boa notícia é que há meios de se prevenir e modificar este comportamento. 
Quando filhotes, os cães têm mais energia para atividades em geral. Além disso, com os dentes em fase de crescimento, costumam sentir desconforto na gengiva, o que gera a necessidade de roerem objetos para se aliviarem da dor.

Além disso, uma rotina com poucas atividades faz com que os cães busquem algo para fazer. Isso mesmo! Cães que não tem o que fazer certamente encontrarão uma alternativa para o entretenimento!

É importante mostrar e incentivar o peludo a brincar com esses itens antes de deixá-los sozinhos, sem supervisão, durante estas atividades. Primeiramente, para estimulá-los a roer e valorizar o ato de brincar com esses itens. E em segundo lugar, para verificar se os brinquedos não se despedaçam em pedacinhos, que podem acabar sendo engolidos.
Outra alternativa bastante útil é proporcionar  ao cão atividades que lhe permitam gastar toda a energia acumulada. Cada cão, dependendo do porte, raça e temperamento, terá uma necessidade variável de gasto diário de energia.
Já os cães dos dias atuais muitas vezes vivem confinados em locais pequenos, com a comida fácil duas vezes aos dia e água à disposição. Uma vida sem grandes desafios ou atividades, o que pode gerar desvios comportamentais e levar à tal destruição de objetos.

Assim, quanto mais atividades o cão tiver, menos energia e disposição ele terá para querer destruir móveis e afins. Caminhadas vigorosas, brincadeiras com bolas e frisbees, idas a locais com outros cães, onde possam se comunicar, brincar e correr, são alternativas para entreter o cão e permitir que tenha um dia a dia ativo.